Livro: A Mediunidade sem Lágrimas
Autor: Eliseu Rigonatti
Edição Espírita, pg. 26
Logo que tenhamos escolhido o Centro Espírita e formos admitidos a suas sessões, principiaremos a desenvolver nossa mediunidade.
À primeira vista ninguém nos poderá dizer qual a espécie de mediunidade que possuímos; somente a experimentação é que nos indicará se é escrevente, falante, auditiva ou outra qualquer. É depois de muitas sessões que nossa mediunidade se revelará; geralmente, precisamos procurar, pelo exercício, qual delas devemos desenvolver, a prática do dirigente dos trabalhos será um auxílio valioso, porque ele nos orientará ora num sentido ora noutro, até que a encontremos. Durante algum tempo faremos exercícios de escrita; se não derem resultados, faremos exercícios para o desenvolvimento da mediunidade falante, depois da auditiva, e assim por diante, até que se manifeste uma para a qual tenhamos facilidade; então, abandonaremos as outras e nos dedicaremos somente a ela. Nunca pretendamos desenvolver várias mediunidades; uma única é o suficiente; quem quiser mais que uma, arrisca-se a não ter nenhuma.
Nenhum comentário:
Postar um comentário